A pura luz do vazio!

Mesmo as vezes sendo aos trancos e barrancos, faço a minha parte para manifestar a minha visão de um mundo diferente – mais harmônico – sem tantas guerras internas/externas e infelicidade.

Instituições saudáveis, relações harmoniosas prevalecendo o respeito, famílias unidas, religiões unificadas e coexistindo em paz, nações cooperando entre si para prosperarem, líderes sendo líderes, o trabalho humanizado…

Tudo isso pode e deve ser real.

A M O R

Os desafios da vida diária parecem nos consumir, e nesse processo de pertencermos a sociedade, a família, ao trabalho, e ”N” outras coisas, nos distanciamos de nós mesmos/mesmas e esquecemos algo que é primordial: pertencer a quem somos, antes de qualquer coisa.

Porém, isso não foi ensinado na escola. Fomos ”vomitados” dentro da roda do sistema, muitas vezes recebemos ”lavagens cerebrais” e esquecemos. Esquecemos que por trás de uma mente que pensa, de um corpo que anda, e de uma boca que fala há uma consciência presente e atenta, que sempre esteve e sempre estará. Essa consciência não pode ser perturbada por eventos, intempéries, ou ”problemas”. Ela é unida ao todo e sua força é a força da Vida/Deus/Universo/Cosmos… A tudo observa, a tudo reconhece como ”passageiro”.

O que acontece em nosso exterior é um mero universo ”holográfico”, de aparências que enganam, iludem, e levam (o nosso ego) a crer isto ou aquilo. Porém, o que somos (a consciência) sabe a verdade – a realidade por trás de toda e qualquer ilusão – e reconhece a essência de cada acontecimento externo. A neutralidade do observador permite que a experiência seja absorvida sem julgamento, e na sua totalidade seja experienciada e integrada.

Do que precisamos quando podemos ser nós mesmos? E sendo nós mesmos, podemos ser ”qualquer coisa”?

Como não sentir paz ao entender que podemos experimentar o que sentimos e buscamos? Que podemos olhar para trás e perdoar tudo o que passou, abrir mão do que acreditamos para encontramos o que somos?

A maior liberdade. A última. A mais significante das formas de se viver. A entrega, a presença, o olhar profundo por trás do raso. Aquilo o que somos não tem preço, valor estimável. É um lago de bem-aventurança, um manancial de virtudes, a pura luz do vazio, o vazio luminoso.

 

 

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