Sim, tudo é possível.

Aprendi a ser eu mesma.


Acredito, na verdade, que em certo momento desaprendi a ser o que eu não era, e voltei a ser o que sempre havia naturalmente sido.


Com medo, sem medo, na fé e no amor, morri muitas vezes para renascer tantas outras, e continuei caminhando quando pensei ter chegado ao fim de estradas diversas.

Reaprendi, e sigo reaprendendo. Vivi, para seguir vivendo.

Vou me recriando, não para ser outra Tália mais bela ou legal, mas sim para que eu possa ser eu mesma, cada vez mais verdadeira com o que pulsa em meu coração.

Reaprendi a aprender, e aos pouquinhos vou sendo menos o que eu não sou, e mais o que de fato nasci para vir a ser.

Abraço e acolho.

Respiro e deixo ir.

Perdoo e sinto.

Que em amor possa eu florescer, hoje, amanhã e sempre.


Não sou mais a mesma Tália de ontem, mas também não sou, ainda, a Tália de amanhã – e assim vou me formando, crescendo e sendo – confiando nessa vida que vai se abrindo e me mostrando que sim, sim, e sim: tudo é possível.

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